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Estâncias

Estâncias

101 lotes distribuídos em seis núcleos — Salgado Oeste, Salgado Leste, Floresta Oeste, Floresta Leste, Floresta Sul e Lago — totalizando 86 unidades regulares e 15 unidades irregulares. Cada lote é autônomo: possui seus próprios recursos e pode ser implantado de forma independente dos demais.

Vista aérea da Casa Modelo instalada entre a mata nativa da fazenda

paisagem da fazenda

Casa Modelo integrada à vegetação da fazenda
Casa Modelo — implantação integrada à vegetação
Implantação da Casa Modelo com cisterna, wetland, usina solar, poço, bacia de infiltração e bermas
Casa Modelo — sistemas autônomos integrados à paisagem

A implantação da Casa Modelo reúne seis elementos do sistema de autonomia da estância: cisterna, wetland, usina solar, poço, bacia de infiltração e bermas integradas à paisagem.

Uma estrada de fluxo contínuo atravessa todos os núcleos, totalizando 9,53 km de vias internas. Ao redor do empreendimento, um cinturão verde contínuo de 100 metros preserva a privacidade de quem chega e a continuidade da fauna e da flora do entorno.

Visão geral

Um masterplan, seis núcleos

A Reserva Legal ocupa o centro do terreno como elemento ordenador — 173 hectares, 24,1% da área total, onde a Lagoa d'água doce drena e a vegetação alcança seu segundo estágio de regeneração. A APP circunda o conjunto numa faixa de 100 metros de vegetação nativa. O cinturão verde envolve o empreendimento, garantindo privacidade e integração ecológica.

Os seis núcleos de moradia — Salgado Oeste, Salgado Leste, Floresta Oeste, Floresta Leste, Floresta Sul e Lago — somam 506,8 hectares de área aproveitável, correspondente a 70% do terreno. Cada lote tem recuo obrigatório, cinturão verde próprio e acesso direto à estrada principal. Nenhum lote depende do vizinho para funcionar: pode ser ocupado, habitado, legado ou desativado, sem afetar o conjunto.

101

lotes no total

6

núcleos de moradia

9,53 km

vias internas

Números do masterplan

Núcleo Salgado

Salgado — entre a Lagoa e a restinga

Vista aérea da restinga e dos manguezais no entorno do Núcleo Salgado
Núcleo Salgado — restinga, sombra de carnaúba e vista para a Lagoa

Os lotes de Salgado ficam voltados para a Lagoa do Salgado e para a faixa de restinga que se abre em direção ao mar. São lotes abertos generosos, com maior exposição ao vento sul-sudeste e à luz da tarde. O recuo de 100 metros da APP garante silêncio, privacidade e vista limpa para a Lagoa.

120 m × 250 m · cinturão verde de 5% (1.500 m²) por lote

Núcleo Floresta

Floresta — Oeste, Leste e Sul

Os três subnúcleos de Floresta ocupam a área de vegetação em primeiro estágio de regeneração. São lotes mais íntimos, margeados por clareiras em restauração ativa interligadas por trilhas, com predominância de carnaúbas e cajueiros nativos. Mais sombreados, mais frescos, mais silenciosos — o partido aqui é viver dentro da floresta em formação.

230 m × 250 m · clareiras ativas unidas por trilhas

Vista aérea do bosque de carnaúbas do Núcleo Floresta
Núcleo Floresta — carnaubal nativo em primeiro estágio de regeneração

Núcleo Lago

Lago — perto d'água doce

Vista aérea do espelho d'água doce cercado por vegetação nativa do cerrado-caatinga
Núcleo Lago — entorno do espelho d'água doce da fazenda

O Núcleo Lago ocupa a área de contemplação em torno do corpo d'água doce do terreno. Por estar mais próximo da área de drenagem natural do terreno, esse núcleo tem regime hídrico privilegiado — e por isso mesmo segue critérios de uso mais restritivo, com cota construtiva controlada e instruções específicas de manejo das águas servidas.

lotes alongados ao longo do espelho d'água doce do terreno

Sistema autônomo

Cada lote consigo mesmo

Cada estância nasce com seu próprio sistema de água, energia e saneamento — projetado para que possa ser implantada de forma independente e operar sem dependência de vizinhos. É o princípio que garante autonomia real: vender, legar, ocupar em tempo parcial ou mudar para outra estância da fazenda sem perder funcionalidade.

O sistema integrado parte do poço, segue para a cisterna de 16 m³, passa pelo cavalete de tratamento e chega à caixa d'água elevada de 15 m³. A água servida corre pela vala de infiltração, wetland e bacia de evapotranspiração — esta última sempre sombreada por árvores maiores para reduzir a incidência direta do sol. Antes da BET, um biodigestor comercial facilita a remoção de lodo e prolonga a vida do sistema.

A geração elétrica é solar — uma usina de 30 m² voltada para a face norte, dimensão pré-calculada para 600 kWh/mês conforme o sistema híbrido com bateria de backup. O cabeamento segue enterrado quando o lençol freático permite, evitando postes aéreos que comprometem a avifauna e ferem a paisagem. Atenção: o cabo não pode ultrapassar a altura do lençol freático na época das chuvas.

Poço

subterrâneo, por lote

Cisterna

16 m³ · por lote

Caixa d'água

elevada, 15 m³

Vala de infiltração

águas servidas

Wetland

paisagismo integrado

Biodigestor + BET

vaso sanitário → lodo

Usina solar

30 m² · face norte

Cinturão verde

5% do lote · 1.500 m²

Pátio de compostagem

20 kg/sem por lote

Infraestrutura autônoma por estância

O lote conceito organiza casa, acesso, recuos e cinturão verde de acordo com a paisagem de cada núcleo. Em Salgado, o lote é mais aberto; em Floresta, clareiras de regeneração ativa interligadas por trilhas preservam a vegetação em formação.

Diagrama conceitual dos lotes Salgado e Floresta
Lote conceito — Salgado e Floresta

A infraestrutura distribui captação, armazenamento, tratamento, infiltração e geração solar dentro do próprio lote, mantendo os sistemas próximos às áreas de uso e protegidos pela implantação paisagística.

Diagrama do sistema autônomo de água, saneamento e energia das estâncias
Sistema autônomo — água, saneamento e energia
Ilustração do ciclo da água integrado à paisagem de uma estância
Ciclo da água integrado à paisagem

Núcleo Semear

O que se compartilha

Masterplan overlay mostrando o posicionamento do Núcleo Semear na península
Posicionamento do Núcleo Semear na península

O Núcleo Semear é a infraestrutura comum da fazenda — dimensionada para servir o conjunto das 101 estâncias sem repetir o que pode ser coletivo. É também onde a produção rural se organiza antes de voltar ao terreno: viveiro, SAFs, meliponário, compostagem, secagem de carnaúba e galinheiro funcionam como sistema.

O viveiro é coberto por sombrite 50% e produz, com água de reuso e de poço ou açude, aproximadamente 10 mudas de 20 espécies por ano — totalizando 200 mudas por ano de espécies nativas de uso paisagístico e alimentício adaptadas ao Cerrado-Caatinga. Existe também um pátio de secagem de carnaúba em solo, varal ou secador solar, área de beneficiamento e alojamento de funcionários, meliponário, SAF de frutíferas diversas + caju + medicinais, galinheiro e pátio de compostagem.

Para os proprietários, o Semear oferece mudas, composto e consultoria de manejo. Em troca, espera-se resíduos orgânicos, visita periódica às áreas de reserva e o compromisso de manter o cinturão verde e o uso restrito do fogo. É um pacto de convivência — não uma relação de troca comercial.

A contribuição de cada proprietário começa nas abelhas que visitam as floradas: o meliponário instalado no Semear reúne colmeias de abelhas nativas sem ferrão (meliponíneos) e é responsável direto pelo mel que aparece na mesa do restaurante e na despensa da hospedaria.

Trabalhador cuidando de colmeias no meliponário da fazenda
Meliponário — produção de mel de abelhas nativas

Galeria

Cada lote, o que se constrói

Interior do viveiro com mudas dispostas sob sombrite
Viveiro do Núcleo Semear
Painéis solares instalados sobre o chão do terreno sob céu azul
Usina solar de 30 m² — face norte
Plantas de papiro e folhagens em bacia de infiltração vegetada
Wetland por estância

Próximo passo

Quer conhecer uma estância?

Os lotes ainda estão em fase de regularização fundiária e desenho executivo. Para receber informações sobre disponibilidade, dimensões por núcleo, valores e calendário de lançamento, entre em contato com a equipe da fazenda.